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	<description>O Plástico da Geração Verde</description>
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	<title>ERT</title>
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		<title>Bioplástico compostável ganha escala com nova fábrica em Manaus; CEO da ERT Bioplásticos explica</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:42:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ERT Bioplásticos inaugurou uma nova fábrica em Manaus-AM, que vai ampliar a produção de bioplástico 100% compostável em até 15 mil toneladas no primeiro ano. O CEO Kim Fabri falou ao Real Time sobre o potencial do cânhamo e os desafios para substituir o plástico convencional. ]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A ERT Bioplásticos inaugurou uma nova fábrica em Manaus-AM, que vai ampliar a produção de bioplástico 100% compostável em até 15 mil toneladas no primeiro ano. O CEO Kim Fabri falou ao Real Time sobre o potencial do cânhamo e os desafios para substituir o plástico convencional. <a href="https://www.youtube.com/@otimesbrasil"></a></p>



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		<title>Materia Acrítica Agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<title>Debate sobre o futuro do plástico e a transição para uma economia circular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Para empresas que atuam com materiais renováveis e compostáveis, a proposta representa um avanço regulatório e uma responsabilidade compartilhada *Por Kim Fabri, CEO da ERT Bioplásticos A&#160;lógica de produzir, usar e descartar que marcou&#160;a era do plástico entra em esgotamento diante das pressões ambientais e regulatórias. No Brasil, o Projeto de Lei 2524/2022, ainda em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que atuam com materiais renováveis e compostáveis, a proposta representa um avanço regulatório e uma responsabilidade compartilhada</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Por Kim Fabri, CEO da ERT Bioplásticos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>lógica de produzir, usar e descartar que marcou</strong>&nbsp;a era do plástico entra em esgotamento diante das pressões ambientais e regulatórias. No Brasil, o Projeto de Lei 2524/2022, ainda em tramitação no Congresso, propõe estabelecer regras para a economia circular do plástico, revisando marcos legais e prevendo instrumentos para inclusão das cooperativas de catadores em programas federais de serviços ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que atuam com materiais renováveis e compostáveis, a proposta representa um avanço regulatório e uma responsabilidade compartilhada. O texto traz diretrizes alinhadas ao debate global: produção responsável, estímulo a materiais circulares, redução<strong>&nbsp;de resíduos e vedação a aditivos pró-oxidantes. Entre as metas está a substituição de embalagens plásticas de uso único e a exigência de que, a partir de&nbsp;</strong>31 de dezembro de 2029, embalagens sejam recicláveis, reutilizáveis ou compostáveis, conforme critérios técnicos previstos na legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação do PL, porém, não resolve todos os desafios operacionais. O país ainda enfrenta limitações de infraestrutura de reciclagem, baixa taxa de reaproveitamento e pouco incentivo econômico ao material circular. A valorização das cooperativas, prevista no texto, dependerá de apoio financeiro, capacitação e formalização para garantir eficiência operacional e condições dignas aos<strong>&nbsp;trabalhadores que sustentam uma parte relevante da cadeia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse debate ganha relevância às vésperas da COP30, que será realizada em Belém. A conferência trará para o centro da pauta internacional a bioeconomia e o papel de países emergentes na transição para modelos produtivos de baixa emissão. Embora o PL 2524 não seja um instrumento da COP, chegar ao evento com marcos regulatórios claros para o ciclo do plástico é estratégico. Significa demonstrar capacidade de execução, alinhamento com discussões internacionais sobre microplásticos e resíduos e preparo para integrar acordos globais de materiais sustentáveis.&nbsp;<em>Em um país com potencial industrial e biotecnológico</em>, a construção dessa política pode posicionar o Brasil como referência em bioeconomia aplicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio é conciliar competitividade com sustentabilidade.</strong>&nbsp;Para avançar, três pontos são essenciais. Primeiro, estabelecer métricas e garantir transparência, com certificações que assegurem a compostabilidade, renovabilidade ou reciclabilidade dos materiais. Segundo, reduzir custos por meio de políticas públicas, incentivos e compras governamentais sustentáveis. Terceiro, engajar toda a cadeia, incluindo coleta seletiva, cooperativas, varejo, indústria e consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PL 2524 não encerra o debate, ele inaugura uma agenda estruturante. O Brasil tem a oportunidade de migrar de um modelo ultrapassado no contexto de valorização de resíduos e do meio ambiente, focado em um modelo totalmente baseado em recursos fósseis para uma economia circular compatível com seu potencial biológico e industrial. A tramitação e implementação efetiva desse marco serão um sinal&nbsp;<strong>concreto de maturidade ambiental e de compromisso com os objetivos que o país apresentará ao mundo na COP30.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Base Comunica &lt;basecomunica@ovocom.com.br></p>
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		<title>Plástico compostável: o ciclo que transforma o fim em recomeço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[É comum ouvirmos com mais frequência sobre o plástico biodegradável; mas você sabe exatamente o que esse termo significa? Continue a leitura e entenda as diferenças entre esses dois tipos de materiais que estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. O que é plástico compostável? Os plásticos compostáveis podem ser fabricados a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" id="ember51">É comum ouvirmos com mais frequência sobre o plástico biodegradável; <strong>mas você sabe exatamente o que esse termo significa?</strong> Continue a leitura e entenda as diferenças entre esses dois tipos de materiais que estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember52">O que é plástico compostável?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember53">Os plásticos compostáveis podem ser fabricados a partir de matérias-primas de origem fóssil ou biológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember54">Entre os compostáveis de origem biológica mais comercializados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ácido polilático (PLA) e Poli-hidroxialcanoatos (PHA)</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember56">O PLA e o PHA são os mais comuns, sendo o PLA mais usado por seu custo ser mais atrativo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Misturas de amido e de celulose</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember58">Já os compostáveis de origem fóssil mais comuns incluem o poli(butileno adipato-co-tereftalato) (PBAT) e a policaprolactona (PCL).</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember59">O plástico compostável é mais específico e regulado do que o plástico chamado de “biodegradável”. O plástico para ser considerado “compostável”, necessariamente precisa ter sua <strong>degradação biológica em um ambiente de compostagem</strong> em até 180 dias, sem deixar resíduos visíveis ou tóxicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember60">Como funciona a compostagem?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember61">A compostagem é o processo de transformação de resíduos orgânicos em composto — um material rico em nutrientes, amplamente utilizado na agricultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember62">Existem dois principais ambientes de compostagem para os quais os plásticos compostáveis são destinados:</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember63">Compostagem industrial ou comercial, que ocorre em instalações controladas;</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember64">Compostagem doméstica, que pode ser feita em menor escala, em casa ou em pequenos sistemas comunitários.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember65">O que é plástico biodegradável?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember66">O termo plástico biodegradável se refere à capacidade de um material ser degradado pela atividade biológica — como a ação de micro-organismos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember67">Diversos materiais são biodegradáveis, como papel, madeira e certos plásticos. Porém, o termo não especifica as condições nem o tempo necessário para que a biodegradação ocorra, o que pode variar amplamente. Por isso, o compostável é mais confiável e seguro para o meio ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember68">Qual a diferença entre o plástico compostável e o plástico biodegradável?</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQGvEwGY0roeDw/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZoRWsSwHwAQ-/0/1761227754266?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=gAfL0wyjEV_9gC2REKT4alrk9VGRUJH5_GVA43aQE8s" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Conecta verde</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember70"><a href="https://www.frontiersin.org/journals/sustainability/articles/10.3389/frsus.2022.942724/full"><strong>A principal diferença entre eles está no tempo e nas condições de degradação.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember71">Enquanto é impossível determinar um prazo exato para a biodegradação de um plástico biodegradável, o plástico compostável tem um tempo de decomposição compatível com os ciclos de compostagem, garantindo que seu fim de vida não gere poluição plástica no meio ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember72">Qual a diferença entre o plástico convencional e o plástico compostável?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember73">O plástico convencional é derivado do petróleo ou do gás natural —<strong> <a href="https://www.biopak.com/sg/resources/bioplastic-vs-regular-plastic">recursos não renováveis cuja extração causa sérios impactos ambientais e à saúde.</a></strong> Apesar de ser reciclável, ele, muitas vezes, perde suas propriedades após poucos ciclos de reciclagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember74">Já o plástico compostável é circular. Sua jornada se encerra na compostagem, quando se transforma em adubo natural, voltando ao solo e recomeçando o ciclo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember75">Como está o mercado de bioplástico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember76">Segundo o Relatório de Produção Mundial de Plásticos 2023/2024, a produção global de plásticos continua em expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember77">A capacidade de produção de bioplásticos deverá crescer de 2,47 milhões de toneladas em 2024 para cerca de 5,73 milhões de toneladas em 2029.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember78">Os bioplásticos estão presentes em várias aplicações — de embalagens a impressão 3D —, sendo as embalagens o maior segmento de mercado, representando 45% do total em 2024.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember79">Por que escolher a ERT Bio?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember80">Na ERT Bio, desenvolvemos bioplásticos à base de matérias-primas parcialmente ou totalmente renováveis, com características de compostabilidade, qualidade, segurança e sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember81">Nosso principal componente é o biopolímero de poliácido láctico (PLA), produzido a partir da cana-de-açúcar.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember82">Com <strong><a href="https://ertbio.com/solucoes/#bioplasticos">a nossa tecnologia PLA SFRPⓇ, o material é até cinco vezes mais resistente do que um PLA convencional</a> </strong>e possui parâmetros de processamento semelhantes aos plásticos tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember83">Ao final de sua vida útil, os biocompostos ERT Bio se decompõem, em condições específicas, em matéria orgânica em até 180 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember84">Nossos biocompostos são aplicáveis em diversos segmentos, como talheres, sacos, sacolas, potes, frascos, canudos, embalagens, impressão 3D e muito mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember85">Somos a maior produtora de bioplástico da América Latina e temos como missão transformar nossa relação com o plástico — tornando-a renovável, circular e sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember86">Que tal incluir inovações verdadeiramente sustentáveis no seu negócio?</p>
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		<title>Reinventando o Plástico: como a ERT está construindo um futuro compostável e circular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:35:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[POR &#8211; OSCAR LOPES, PUBLISHER DE NEO MONDO ERT aposta em bioplástico compostável, feito de cana-de-açúcar, para liderar a transição para uma economia circular na América Latina Imagine um mundo onde o plástico não é sinônimo de poluição, mas de regeneração. Onde cada sacola, copo ou talher descartável volta para a terra e vira adubo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>POR &#8211; OSCAR LOPES, PUBLISHER DE NEO MONDO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>ERT aposta em bioplástico compostável, feito de cana-de-açúcar, para liderar a transição para uma economia circular na América Latina</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine um mundo onde o plástico não é sinônimo de poluição, mas de regeneração. Onde cada sacola, copo ou talher descartável volta para a terra e vira adubo em poucos meses, em vez de se transformar em um problema para gerações futuras. É exatamente esse o futuro que a&nbsp;<strong><a href="https://ertbio.com/">ERT Bioplásticos</a></strong>&nbsp;está ajudando a construir — e&nbsp;<strong><a href="https://www.linkedin.com/in/gabriela-s-gugelmin-0ba8474b/">Gabriela Gugelmin</a></strong>*, diretora de estratégia e sustentabilidade da empresa, é uma das mentes por trás dessa revolução verde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta conversa, mergulhamos no universo de uma greentech que nasceu para desafiar o status quo do plástico convencional. Falamos sobre inovação feita com ciência e propósito, sobre o impacto das legislações na América Latina, sobre a experiência do consumidor e, claro, sobre o papel que os bioplásticos podem desempenhar na tão sonhada economia circular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prepare-se para uma entrevista que combina&nbsp;<strong>paixão e pragmatismo</strong>,&nbsp;<strong>ciência e mercado</strong>,&nbsp;<strong>propósito e resultado</strong>. Porque o que está em jogo aqui vai muito além de tecnologia — é sobre redesenhar a relação entre consumo, planeta e futuro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://neomondo.org.br/w/wp-content/uploads/2025/09/gabrielagugelmin-neomondo-8.jpg" alt="foto de gabriela gugelmin, entrevistada da matéria; Reinventando o Plástico: Como a ERT Está Construindo um Futuro Compostável e Circular" class="wp-image-59050"/><figcaption class="wp-element-caption">Gabriela Gugelmin &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;O plástico não precisa ser o vilão da história — se ele nasce para voltar à terra, ele pode ser parte da solução.&#8221;</strong><br>—&nbsp;<em>Gabriela Gugelmim, diretora de estratégia e sustentabilidade da ERT Bioplásticos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe a entrevista:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gabriela, antes de falarmos de bioplásticos, quero entender sua jornada pessoal — o que te moveu para o campo da sustentabilidade e como isso moldou sua visão de negócios?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Sempre tive uma paixão genuína pela sustentabilidade. Desde jovem, sabia que queria dedicar minha trajetória a esse tema. Meu grande sonho era estudar com&nbsp;<strong>Jeffrey Sachs</strong>, criador dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável<br>(ODS) da ONU, e isso me levou a aplicar para Universidade Columbia, em Nova York, onde me formei em Economia e Desenvolvimento Sustentável. Essa experiência foi transformadora e consolidou minha convicção de que sustentabilidade não é apenas um valor, mas um propósito que guia minhas escolhas profissionais. Acredito muito no equilíbrio do tripé da sustentabilidade — ambiental, social e econômico. Para mim, é nesse equilíbrio que os negócios se tornam realmente sólidos e capazes de gerar impacto positivo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O plástico é um vilão para muitos, mas vocês apostam em um “novo plástico” que fecha o ciclo. Qual foi o maior desafio de convencer o mercado de que um material compostável pode ser tão eficiente quanto o convencional?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O maior desafio, sem dúvida, é quebrar paradigmas. A indústria do plástico é centenária, altamente consolidada e, ao mesmo tempo, vem sendo bastante criticada — o que naturalmente gera resistência a mudanças. Nosso papel tem sido mostrar, na prática, que esse “novo plástico” é uma nova tecnologia que vem para fortalecer e fazer o setor crescer, oferecendo a mesma eficiência do convencional, mas com a vantagem de fechar o ciclo e ser muito mais sustentável. Fazemos isso oferecendo suporte técnico próximo aos nossos clientes transformadores de embalagem e apresentando referências globais, como os casos da Itália, dos Estados Unidos e da China, que já avançaram bastante na transição para o plástico compostável. Aos poucos, essas barreiras estão sendo superadas, e já vemos grandes marcas adotando essa solução como parte de sua estratégia de inovação e sustentabilidade.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A resina PLA da ERT vem da cana-de-açúcar e ainda assim entrega performance técnica. Como foi equilibrar ciência, inovação e viabilidade econômica para chegar a esse resultado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A ERT vem estudando o desenvolvimento dos seus compósitos há mais de oito anos. Nossa história começou dentro de um laboratório de pesquisa da Clemson University, um dos centros de maior referência mundial em polímeros. Desde então, a inovação constante se tornou um dos pilares da empresa. Mas sempre tivemos clareza de que inovação, sozinha, não é suficiente: é preciso ser também economicamente viável, caso contrário a mudança nunca acontece. Esse equilíbrio tem sido construído com diferentes fatores — a matéria-prima, como o PLA da cana-de-açúcar, vem reduzindo custos globalmente com ganho de escala, e nosso time interno de P&amp;D trabalha continuamente para aprimorar tanto a performance técnica quanto a competitividade de custo. O resultado é um material que alia ciência, inovação e viabilidade econômica, tornando possível acelerar a transição para embalagens mais sustentáveis.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Você acompanha de perto os avanços regulatórios da região. Qual país da América Latina te inspira mais hoje em termos de políticas públicas para plásticos de uso único? E como o Brasil está se posicionando nesse cenário?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Na América Latina, o país que mais me inspira hoje é a Colômbia — em julho de 2024 entrou em vigor a Lei 2232, que proíbe oito tipos de produtos plásticos de uso único, mostrando que regulação efetiva é viável e pode ter impacto prático. Outros como Chile, Peru, México e Argentina também têm avançado bastante, especialmente exigindo compostáveis, regulando sacolas e restringindo descartáveis.<br>E o Brasil? Estamos atrasados num sentido importante: ainda não temos uma legislação nacional unificada sobre plásticos de uso único. Essa lacuna deixa o mercado sem uma diretriz clara — embora exista grande potencial para inovação e negócios sustentáveis, precisamos de uma política pública forte para destravar esse movimento.</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://neomondo.org.br/w/wp-content/uploads/2025/09/Sacola-com-bioplastico-compostavel-da-ERT-neomondo-8.jpg" alt="foto de sacola com bioplástico degradável da ERT, remete a matéria Reinventando o Plástico: Como a ERT Está Construindo um Futuro Compostável e Circular" class="wp-image-59051"/><figcaption class="wp-element-caption">Sacola com bioplástico compostável da ERT &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No dia a dia, qual é a maior mudança que o consumidor percebe quando usa uma sacola ou um talher da ERT? Há alguma reação ou história que te marcou?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>No geral, é incrível ver a surpresa das pessoas ao tocar nossos materiais: parecem plástico comum, e muitos duvidam que ele realmente se transforme em adubo… mas transforma mesmo! (risos) Mas um exemplo muito legal é o canudo. Por anos, ele foi visto como vilão e substituído pelo canudo de papel, que infelizmente não entrega uma boa experiência — derrete rápido e gruda na boca.O canudo feito com bioplástico da ERT, em contrapartida, oferece a mesma experiência agradável do plástico convencional, mas sem o impacto ambiental negativo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com fábricas em Curitiba e Manaus, vocês já estão em operação industrial robusta. Qual o próximo passo para escalar essa solução e tornar os bioplásticos mainstream no Brasil?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Nosso próximo passo é expandir ainda mais a base de clientes em toda a América Latina, ampliando escala e consolidando o uso dos bioplásticos. Com esse crescimento, queremos criar as condições para verticalizar a cadeia e produzir PLA no próprio Brasil, a partir da cana-de-açúcar. O país já é uma referência global nessa matéria-prima e possui tecnologia de ponta nesse setor. Trazer a produção de PLA para cá significa não apenas reduzir custos e ampliar competitividade, mas também posicionar o Brasil na liderança mundial da bioeconomia.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se você pudesse imaginar o Brasil em 2030, no cenário ideal de economia circular, qual seria o papel dos bioplásticos e da ERT nessa transformação?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>No cenário ideal para 2030, o Brasil teria uma legislação nacional clara para a adoção de plásticos de uso único compostáveis, seguindo exemplos inspiradores como o da Colômbia. Isso incluiria produtos como sacolas de supermercado, embalagens de delivery, canudos, hastes de cotonete, embalagens de frutas e verduras, bags de e-commerce e invólucros de revistas. Nesse contexto, os bioplásticos teriam um papel central na construção de uma economia circular de verdade.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, a mensagem da ERT Bioplásticos é clara: não basta reciclar o mundo, é preciso reinventá-lo. Cada escolha que fazemos — da sacola no supermercado ao copo que usamos no café — é uma oportunidade de transformar impacto em legado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a tecnologia já está aqui e o futuro pode literalmente virar adubo em 180 dias, por que continuar no mesmo ciclo de desperdício? A transição para uma economia circular depende de todos nós — empresas, governos e consumidores. E histórias como a de Gabriela Gugelmim e da ERT nos mostram que é possível, viável e urgente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a próxima vez que você segurar um talher descartável, pense: este objeto pode ser parte do problema… ou do começo de uma solução. A escolha está nas nossas mãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*<em><strong>Gabriela Gugelmin</strong>&nbsp;&#8211; é Diretora de Estratégia e Sustentabilidade da ERT Bioplásticos, liderando desde 2023 a agenda de crescimento e inovação sustentável da maior produtora de bioplásticos 100% compostáveis da América Latina. Anteriormente, atuou como Diretora de Pessoas da empresa, conduzindo projetos estratégicos de gestão e desenvolvimento organizacional. Também integra o conselho da Remasa Reflorestadora, reforçando sua atuação em negócios ligados à economia verde.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>É graduada em Economia pela Columbia University, com concentração em Desenvolvimento Sustentável.</em></p>
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		<title>Onde descartar? Tudo sobre o descarte de plástico compostável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma dúvida comum entre empresas e consumidores é: como descartar corretamente o plástico compostável? Ao fim da vida útil, esse tipo de material se transforma em composto orgânico, ajudando a melhorar o solo e servindo de adubo natural para as plantas. Continue a leitura e descubra qual é a forma correta de descartar o bioplástico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" id="ember51">Uma dúvida comum entre empresas e consumidores é: como descartar corretamente o plástico compostável?</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember52">Ao fim da vida útil, esse tipo de material se transforma em composto orgânico, ajudando a melhorar o solo e servindo de adubo natural para as plantas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember53">Continue a leitura e descubra qual é a forma correta de descartar o bioplástico ERT Bio.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember54">Sobre o bioplástico ERT Bio</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember55">A ERT Bio oferece uma alternativa versátil aos plásticos à base de petróleo, desenvolvendo materiais à base de plantas e estabelecendo um novo padrão de desempenho e sustentabilidade para o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember56">Nossos biopolímeros são compostáveis, com desempenho semelhante aos plásticos convencionais de origem fóssil.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember57">Graças à <strong>tecnologia exclusiva PLA SFRPⓇ, o material é até cinco vezes mais resistente do que o PLA convencional</strong> — sem perder a compostabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember58">A seguir, entenda como funciona o processo de compostagem, essencial para o descarte adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember59">Como funciona a compostagem?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember60">A compostagem<strong> <a href="https://www.frontiersin.org/journals/sustainability/articles/10.3389/frsus.2022.942724/full">é o processo biológico que transforma resíduos orgânicos biodegradáveis em composto</a></strong> — um material rico em nutrientes para o solo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember61">Para que o material seja considerado compostável, ele deve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se desintegrar e deixar de ser visível no composto final em até 3 meses;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter, em no máximo 6 meses, 90% da sua massa convertida em CO₂, água e húmus/composto, numa taxa semelhante à de materiais naturais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember64">Existem dois tipos de compostagem principais: industrial e doméstica.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember65">Compostagem industrial</h3>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember66">A compostagem industrial é um processo biotecnológico controlado, utilizado para transformar resíduos orgânicos em composto de forma eficiente e segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember67">Essas instalações podem realizar:</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember68"><strong>Compostagem aeróbica:</strong> os microrganismos utilizam oxigênio para decompor os resíduos, produzindo CO₂, água, composto e calor.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember69"><strong>Digestão anaeróbica:</strong> ocorre sem oxigênio, gerando biogás (CO₂) e digestato.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember70">É importante destacar que a digestão anaeróbica normalmente não é otimizada para receber plásticos compostáveis, sendo a compostagem aeróbica industrial a mais indicada para esse tipo de material.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="ember71">Compostagem doméstica</h3>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQGCyCT6SJrtig/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZpPS9OfHwAY-/0/1762266966519?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=5GkE696kvMWngqhgoLUtTjzNXQ_6fcRjd_SSq0JfO3c" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Greta Hoffman</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember73">A compostagem doméstica é o processo natural realizado em pequena escala — geralmente com restos de alimentos e resíduos de jardim, colocados em um recipiente ou pilha para decomposição biológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember74">Por ser manual e menos controlada, as condições de temperatura e umidade podem variar bastante, o que influencia o tempo de decomposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember75">Esse período costuma variar entre 3 e 12 meses, conforme o clima, o tipo de material e a finalidade do composto.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember76">Embora possam ocorrer tanto condições aeróbicas quanto anaeróbicas, o ambiente aeróbico é o mais comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember77">Como as condições não são reguladas, nem todos os plásticos são adequados para compostagem doméstica — por isso, o ideal é priorizar o ambiente industrial, quando disponível.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember78">Como funciona a compostagem do bioplástico ERT Bio?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember79">A ERT Bio é uma das poucas empresas da américa latina que oferece materiais que se adaptam tanto à compostagem industrial quanto à doméstica.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember80">O processo ocorre com a ajuda de fatores como temperatura, umidade, resíduos orgânicos e calor. Após o ciclo de compostagem, o material se transforma em adubo, retornando à natureza em forma de nutrientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember81">Onde descartar o bioplástico ERT Bio?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember82">O bioplástico ERT Bio pode ser descartado com resíduo orgânico, como restos de comida, casca de frutas e legumes, borra de café, folhas e podas de jardim, sementes e embalagens compostáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember83">Dessa forma, <a href="https://ertbio.com/solucoes/#bioplasticos"><strong>o consumidor pode descartar o bioplástico ERT Bio junto com o lixo orgânico, facilitando a rotina e contribuindo para um ciclo sustentável.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember84">Nunca foi tão fácil unir conveniência e sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember85">Com o bioplástico ERT Bio, você não precisa se preocupar com a coleta da embalagem após o uso — e ainda agrega valor ambiental ao seu negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember86"><strong>Crédito foto de capa:</strong> KoolShooters</p>
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		<title>PET/PE/PP/PS: o que siginificam? São biodegradáveis?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando falamos sobre plásticos, existem diversas opções produzidas com materiais diferentes. Entender como cada plástico atua na natureza, suas aplicações e desempenho, é essencial para fazer escolhas conscientes, responsáveis e eficientes. Além de considerar o impacto ambiental, é importante avaliar a reciclabilidade e a possibilidade de reinserir esses materiais na cadeia produtiva. A seguir, explicamos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" id="ember51">Quando falamos sobre plásticos, existem diversas opções produzidas com materiais diferentes. <a href="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2024/09/17/pp-pet-pe-ps-pvc-a-sopa-de-letrinhas-dos-produtos-plasticos.htm"><strong>Entender como cada plástico atua na natureza, suas aplicações e desempenho, é essencial para fazer escolhas conscientes, responsáveis e eficientes.</strong></a> Além de considerar o impacto ambiental, é importante avaliar a reciclabilidade e a possibilidade de reinserir esses materiais na cadeia produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember52">A seguir, explicamos os principais plásticos utilizados, sua reciclabilidade e <strong>como as tecnologias da ERT Bio oferecem alternativas sustentáveis sem comprometer a performance necessária em embalagens e produtos de consumo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember53">PET &#8211; Polietileno Tereftalato</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember54">O PET é o poliéster mais utilizado na indústria de embalagens, <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2214289424000449"><strong>especialmente em garrafas de água e refrigerantes, oferecendo excelente resistência física e mecânica.</strong></a> Pode ser parcialmente produzido a partir de fontes vegetais (PET biobased), mas atualmente, na Europa, por exemplo, apenas cerca de 30% do conteúdo é renovável, <a href="https://pubs.rsc.org/en/content/articlelanding/2019/gc/c8gc03666g"><strong>segundo dados divulgados pelo Euromonitor Internation e publicado na Green Chemistry</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember55">O PET é altamente reciclável e, segundo a @ABIPET, o Brasil reciclou cerca de 410 mil toneladas de embalagens PET em 2024, com mais de 56% das embalagens pós-consumo sendo recicladas e aproximadamente 37% do material reciclado usado para novas embalagens (bottle-to-bottle). <strong>Apesar desses avanços, a indústria ainda enfrenta desafios estruturais, como a ociosidade das recicladoras (23–40% em algumas regiões) devido à coleta seletiva limitada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember56">Os produtos a base de PLA da ERT Bio surgem como alternativa em embalagens rígidas e bandejas termoformadas, oferecendo mesmo desempenho que o PET, mas 100% compostável e de origem vegetal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember57">PE – Polietileno e PP – Polipropileno</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember58">O PE e o PP são plásticos derivados de fontes fósseis, amplamente usados em sacolas, filmes, copos, tampas e pratos. Eles oferecem boa resistência e desempenho, mas não se degradam no ambiente, dependendo da reciclagem para reinserção na cadeia produtiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember59">PS &#8211; Poliestireno</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember60">O PS é usado em copos descartáveis, embalagens e, na versão expandida, em isopor, que oferece isolamento térmico. <strong>Assim como PE e PP, não é biodegradável, mas pode ser reciclado quando destinado corretamente.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember61">Biodegradabilidade e reciclabilidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember62">Os plásticos fósseis (PET, PE, PP, PS) não se decompõem naturalmente, mas podem ser reciclados, contribuindo para a economia circular. <strong>Os bioplásticos, como o PLA, são produzidos a partir de matérias-primas vegetais e se decompõem completamente em processos de compostagem industrial ou doméstica</strong>, oferecendo solução prática para reduzir resíduos sem comprometer a performance do produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember63">A seguir vamos falar melhor sobre as fontes disponíveis atualmente para a criação de materiais plásticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember64">Plásticos derivados de plantas</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember65">Plásticos de origem vegetal <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2772753X24001655"><strong>utilizam componentes naturais, como amido, celulose e proteínas de plantas, que podem ser transformados em materiais biodegradáveis.</strong></a> Entre eles estão o PLA, PHA e PBAT, amplamente usados em embalagens alimentícias e produtos de consumo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember66">Plásticos compostáveis</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQFmg2xf7b11tg/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZqXBqEkIgAU-/0/1763470388472?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=cKOeqCTRiWKyvX-sM6WW5e-u61OPTkDGqq6_8HRAkTE" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Kinder Media</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember68">A maioria dos precursores de base biológica, utilizados para produzir bioplásticos, é obtida principalmente a partir de matérias primas cultivadas à base de açúcar, como amido de milho e cana-de-açúcar, entre eles estão o PLA, o PHA e o PBS.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember69">No esquema abaixo você pode entender melhor como se dá a divisão dos tipos de plásticos citados neste artigo, entre outras opções.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHOJBbGMyZjEQ/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZqXBp_IJEAY-/0/1763470385908?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=lhd_wdhzYoAmIHFTXAtxJfrUOW6dJmxwTvi4Q-unuJA" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Sinan (2020)</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember71">Conheça as opções ERT Bio</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember72">Aqui na ERT Bio nós contamos com diversas opções do PLA, um bioplástico popular na indústria de embalagens de alimentos, pois ele é um polímero reconhecido como seguro para contato direto com esses itens.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember73"><strong>Ele pode ser usado para embalagens transparentes de produtos alimentícios, em garrafas, recipientes para alimentos e copos descartáveis para bebidas frias, por exemplo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember74">Um exemplo de sucesso é o Sweet Grape, tomate do tipo Grape mais consumido no Brasil, da marca My Sweet Salad, <a href="https://www.mysweetsalad.com.br/sweet-grape-revoluciona-o-mercado-com-nova-embalagem-feita-de-planta-e-que-vira-adubo/#more-1561"><strong>que com ajuda da ERT Bio acabou de ganhar a primeira embalagem compostável voltada para o segmento de Frutas, Legumes e Verduras (FLV) do país.</strong></a></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHXnF72pUEaLA/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZqXBp_aGQAU-/0/1763470385921?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=BWWq1Cb1wl-Y4VldQCheG_53QuVkz_eLbMiCKUzHeMw" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: My Sweet Salad</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember76">A marca utilizou o PLA ERT Bio em bandejas termoformadas para os tomates Sweet Grape. <strong>O material garantiu segurança para contato com alimentos, resistência adequada e total compostabilidade, mostrando que os bioplásticos podem substituir os plásticos convencionais em aplicações críticas, com benefícios ambientais claros.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember77">São inúmeras possibilidades para utilizar os materiais ERT Bio, que oferecem os mesmos benefícios do plástico convencional, mas sem poluir o meio ambiente, sendo 100% compostável e se decompondo em até 180 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember78">Entre em contato para conhecer melhor nossos produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember79"><strong>Crédito foto de capa:</strong> Julia M Cameron</p>
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		<title>Canudos de papel X canudos compostáveis: qual a melhor opção?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Canudos são convenientes, mas será que as alternativas de papel realmente cumprem o que prometem? Além da sustentabilidade, é essencial considerar a performance no uso diário, afinal, um canudo que amolece ou se dissolve rapidamente compromete a experiência do consumidor. Neste artigo, exploramos o impacto ambiental, a funcionalidade e as opções compostáveis, para ajudar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" id="ember51">Canudos são convenientes, mas será que as alternativas de papel realmente cumprem o que prometem? <strong>Além da sustentabilidade, é essencial considerar a performance no uso diário, afinal, um canudo que amolece ou se dissolve rapidamente compromete a experiência do consumidor.</strong> Neste artigo, exploramos o impacto ambiental, a funcionalidade e as opções compostáveis, para ajudar a fazer escolhas conscientes e eficientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember52">Por que devemos repensar o uso do canudo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember53">Os canudos de plástico são o <a href="https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/14287"><strong>8º resíduo mais encontrado nos oceanos, impactando a vida marinha.</strong></a> Embora tenham vida útil de apenas 15 minutos durante o uso, levam em média 500 anos para se decompor, contribuindo para os cerca de 8,3 trilhões de toneladas de resíduos plásticos no ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember54">Além disso, os canudos não são essenciais, muitas vezes a bebida pode ser consumida sem eles, ou com alternativas mais inteligentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember55">O que sabemos sobre os canudos de papel</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQGgf9RzRT0Spg/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZrFZg8qIgAQ-/0/1764248398819?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=g3aWZYh-YPRLkvD4xYdzOCeZ_hw0ithMXU6Jezuz0y4" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Athantic Ambience</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember57">Apesar de serem apresentados como sustentáveis, os canudos de papel apresentam limitações claras de performance:</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember58"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Amolecimento rápido:</strong> ao serem mergulhados em bebidas, especialmente milk-shakes, refrigerantes com gás ou bebidas geladas, eles perdem rigidez rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember59"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Incompatibilidade com temperaturas variadas:</strong> líquidos quentes aceleram o amolecimento e comprometem a experiência do consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember60"><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Processos industriais complexos: </strong>produção envolve consumo de água (10–30 litros/kg) e uso de cloro.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember61"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong>Presença de PFAS:</strong> <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgp6pzjd3no"><strong>produtos químicos persistentes detectados em canudos de papel podem contaminar água e solo, afetando a saúde.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember62">Em resumo, os canudos de papel não cumprem seu papel funcional, comprometendo a experiência do usuário e trazendo impactos ambientais indiretos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember63">Sobre a proibição do uso de canudos de plástico</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember64">Desde 2018, <strong>diversos municípios brasileiros aprovaram leis proibindo o uso de canudos de plástico, incentivando alternativas como papel ou outros materiais biodegradáveis</strong>. A medida busca reduzir o impacto desses resíduos, já que os canudos estão entre os itens mais encontrados nos oceanos, contribuindo para o acúmulo de milhões de toneladas de detritos plásticos que afetam a vida marinha e os ecossistemas aquáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember65">No entanto, <strong>a atenção excessiva ao canudo muitas vezes ofusca outras embalagens usadas em delivery e fast food, como copos, bandejas e caixas, que também precisam de materiais funcionais, resistentes e, em alguns casos, laminados. </strong>O consumidor normalmente não percebe essas necessidades, e trocar apenas o canudo é simbólico, sem resolver de fato a questão ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember66">Soluções compostáveis completas, <strong>como os biocompostos da ERT Bio, oferecem impacto real e funcionalidade em diferentes aplicações, unindo sustentabilidade e performance.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember67">No próximo artigo, vamos explorar como essas tecnologias atendem às exigências de embalagens laminadas e complexas, mantendo a compostabilidade e a praticidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember68">Por que escolher os canudos compostáveis?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember69">Nosso objetivo é trazer clareza para suas escolhas, pensando sempre no impacto na natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember70">Apesar do papel ser biodegradável, seu processo de decomposição precisa de oxigênio para ocorrer, o que pode levar mais tempo, já o bioplástico 100% compostável da ERT Bio decompõe-se em até 180 dias e pode ser descartado junto ao lixo comum, se transformando em adubo rico em nutrientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember71">Ele é produzido a partir da cana-de-açúcar, além disso, <strong>nossa tecnologia PLA SFRPⓇ, garante que o material seja até cinco vezes mais resistente do que um PLA convencional e possui parâmetros de processamento semelhantes aos plásticos tradicionais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember72">Os materiais da ERT Bio oferecem rigidez e durabilidade equivalentes ao plástico convencional, resistindo a milk-shakes, refrigerantes com gás, bebidas quentes ou geladas — sem amolecer ou perder a forma.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember73">É possível utilizar nossos biocompostos em diversos itens do setor de <em>food service</em>, como talheres, sacolas, potes, frascos, embalagens de food service e muito mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember74">Em resumo, é possível aliar sustentabilidade e desempenho, garantindo uma experiência prática e consciente para o consumidor e o planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember75"><strong>Crédito foto de capa: </strong>Christopher</p>
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		<title>Herói ou vilão do verão: de que lado está o seu sorvete? Conheça o case Crema Lab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[raja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:26:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Verão combina com sorvete e com responsabilidade! O setor envolve um grande número de embalagens individuais, que incluem potes, palitos, colheres, pazinhas, entre outros, todos esses produzidos com fontes fósseis e difíceis de serem reciclados. Continue a leitura e descubra como a Crema Lab &#8211; Felicidade Atemporal, com a ajuda da ERT Bio e da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph" id="ember51">Verão combina com sorvete e com responsabilidade! O setor envolve um grande número de embalagens individuais, que incluem potes, palitos, colheres, pazinhas, entre outros, todos esses produzidos com fontes fósseis e difíceis de serem reciclados. Continue a leitura e descubra como a <a href="https://www.linkedin.com/company/crema-lab-felicidade-atemporal/">Crema Lab &#8211; Felicidade Atemporal</a>, com a ajuda da ERT Bio e da <a href="https://www.linkedin.com/in/moinho-sustent%C3%A1vel-65b044292/">Moinho Sustentável</a>, oferece uma opção 100% compostável para o verão.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember53">Sobre os dados do setor</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember54">Segundo o <strong><a href="https://www.grandviewresearch.com/industry-analysis/ice-cream-market">relatório Ice Cream Market (2024 &#8211; 2030),</a> </strong>o mercado global de sorvetes foi estimado em US$ 113,40 bilhões em 2023 e projeta-se que alcance US$ 147,74 bilhões até 2030. A região da Ásia-Pacífico representou cerca de 37,17% da receita no ano de 2023. Prevê-se que o mercado de sorvetes nos EUA cresça a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 3,8% entre 2024 e 2030. O picolé é o formato mais amado da Europa e Ásia.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember55">No Brasil, <a href="https://docs.google.com/document/d/15IdyV9kcdxJ_cZuD1ceejBzA6nTYsOKk/edit"><strong>segundo a ABRASORVETE</strong></a>, o consumo médio de sorvete no país é de 9,1 litros anuais, o Brasil se destaca como um grande mercado para a indústria de sorvetes. As regiões que mais consomem são: São Paulo 20%, Minas Gerais 9,87% e Rio de Janeiro 9,73%. <a href="https://abis.com.br/mercado/"><strong>Segundo a ABIS 92% das empresas do setor são micro e pequenas empresas.</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember56">Sobre as embalagens</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQG-WogcUvJIsg/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZsDp9b.JIAQ-/0/1765292891359?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=bpMdy0V7by3U_Y9hkMETNmJrCFz4S8Us9sISzotWORE" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: GKPB</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember58">Os sorvetes embalados são porcionados individualmente e destinados ao consumo imediato, como seu prazo de validade é mais curto, geralmente exige embalagens mais robustas em relação ao produto e muitas delas não são recicláveis ou biodegradáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember59"><a href="https://theaspd.com/index.php/ijes/article/view/6316"><strong>As embalagens de sorvete geralmente são feitas de Plástico Multicamadas (MLP), que normalmente não é reciclável devido às dificuldades em separar as camadas da embalagem com diferentes propriedades químicas.</strong></a> Quando a embalagem se torna lixo, ela costuma estar suja com restos de sorvete, o que dificulta muito a separação dos materiais, etapa essencial para a reciclagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember60">Ao contrário de outros países que preferem o picolé, o formato mais popular no Brasil é o sorvete de massa, com 73,47% de preferência, seguido por picolé com 13,20% e o Soft (casquinhas de fast food) com 10,93%. Sendo assim, grande parte do lixo gerado no Brasil se refere à potes, pazinhas e colheres de sorvete. <a href="https://brasil.oceana.org/comunicados/estudo-revela-que-reduzir-o-plastico-descartavel-no-brasil-pode-gerar-r-6-bilhoes-em-valor-de-mercado-e-evitar-a-emissao-de-18-milhoes-de-toneladas-de-co%E2%82%82/"><strong>Dados da ONG Oceana, revelam que o Brasil é ainda o maior produtor e poluidor de plástico da América Latina</strong></a>, produz anualmente cerca de 500 bilhões de itens plásticos descartáveis, dos quais 87% são embalagens e 13% utensílios descartáveis como talheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember61">Por isso a necessidade da adoção de opções compostáveis e que não poluem o meio ambiente. Algumas empresas do setor já estão fazendo a diferença, inclusive com nossos biocompostos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember62">Kibon</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember63">A marca Kibon, <a href="https://www.kibon.com.br/sustentabilidade.html"><strong>desde 2018 está investindo na redução da quantidade de embalagens nos produtos.</strong></a> Já foram reduzidas 300 toneladas de plásticos e mais de 300 toneladas de papel dos potes de sorvetes, essas práticas representam uma diminuição de 600 toneladas de plástico por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember64">A marca também assumiu o compromisso de que até este ano, todas as embalagens plásticas serão reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, sendo que 99% das embalagens da Kibon já são recicláveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember65">O <a href="https://plasticseurope.org/case-studies/magnum-becomes-worlds-first-ice-cream-brand-to-use-recycled-polypropylene-plastic-in-its-packaging-in-sabic-initiative/"><strong>sorvete Magnum, uma das marcas da Kibon</strong></a>, se tornou a primeira marca de sorvetes do mundo a usar plástico de polipropileno reciclado em suas embalagens.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember66">Crema Lab</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember67">A<strong> </strong><a href="https://topview.com.br/estilo/gastronomia/conheca-a-crema-lab-sorveteria-artesanal-de-curitiba/"><strong>sorveteria Crema Lab foi fundada pelo Chef Gelatiere Harlen Brandão, e chegou no ano passado em Curitiba (PR)</strong></a>. O local se destaca como uma gelateria artesanal que vai além do simples gelato, oferece uma experiência completa de sabores autênticos e técnicas italianas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember68">A <a href="https://www.linkedin.com/company/crema-lab-felicidade-atemporal/">Crema Lab &#8211; Felicidade Atemporal</a> não está preocupada apenas com o sabor, mas também com o planeta, por isso, escolheu utilizar pazinhas compostáveis feitas com o bioplástico ERT Bio pela <a href="https://www.linkedin.com/in/moinho-sustent%C3%A1vel-65b044292/">Moinho Sustentável</a>. As pazinhas cumprem seu papel ao oferecer praticidade para os consumidores e depois de usadas se tornam adubo para o solo em até 180 dias.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQEWjrCtFrXX9w/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZsDp9iFJkAQ-/0/1765292898321?e=1770854400&amp;v=beta&amp;t=SI3cezbgwJKfQDJTkwQ3OZdOTRqJuxnLDLpeiLhxXPQ" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Crema Lab</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="ember71">Conheça nossos produtos</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember72">O bioplástico ERT Bio é 100% compostável, ou seja, em 180 dias em condições de compostagem o produto se decompõe e se transforma em adubo. Nosso produto é feito com biopolímero de poliácido láctico (PLA), produzido a partir da cana-de-açúcar.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember73">Não se preocupe, pois garantimos a qualidade das embalagens feitas com ERT Bio, ao contrário do papel, ele garante a rigidez em contato com líquidos e baixas temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember74">Somos a maior produtora de bioplástico da América Latina e queremos transformar nossa relação com o plástico, inclusive durante as férias de verão.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="ember75"><strong>Crédito foto de capa: </strong>Crema Lab</p>
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