Herói ou vilão do verão: de que lado está o seu sorvete? Conheça o case Crema Lab

Verão combina com sorvete e com responsabilidade! O setor envolve um grande número de embalagens individuais, que incluem potes, palitos, colheres, pazinhas, entre outros, todos esses produzidos com fontes fósseis e difíceis de serem reciclados. Continue a leitura e descubra como a Crema Lab – Felicidade Atemporal, com a ajuda da ERT Bio e da Moinho Sustentável, oferece uma opção 100% compostável para o verão.

Sobre os dados do setor

Segundo o relatório Ice Cream Market (2024 – 2030), o mercado global de sorvetes foi estimado em US$ 113,40 bilhões em 2023 e projeta-se que alcance US$ 147,74 bilhões até 2030. A região da Ásia-Pacífico representou cerca de 37,17% da receita no ano de 2023. Prevê-se que o mercado de sorvetes nos EUA cresça a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 3,8% entre 2024 e 2030. O picolé é o formato mais amado da Europa e Ásia.

No Brasil, segundo a ABRASORVETE, o consumo médio de sorvete no país é de 9,1 litros anuais, o Brasil se destaca como um grande mercado para a indústria de sorvetes. As regiões que mais consomem são: São Paulo 20%, Minas Gerais 9,87% e Rio de Janeiro 9,73%. Segundo a ABIS 92% das empresas do setor são micro e pequenas empresas.

Sobre as embalagens

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Crédito: GKPB

Os sorvetes embalados são porcionados individualmente e destinados ao consumo imediato, como seu prazo de validade é mais curto, geralmente exige embalagens mais robustas em relação ao produto e muitas delas não são recicláveis ou biodegradáveis.

As embalagens de sorvete geralmente são feitas de Plástico Multicamadas (MLP), que normalmente não é reciclável devido às dificuldades em separar as camadas da embalagem com diferentes propriedades químicas. Quando a embalagem se torna lixo, ela costuma estar suja com restos de sorvete, o que dificulta muito a separação dos materiais, etapa essencial para a reciclagem.

Ao contrário de outros países que preferem o picolé, o formato mais popular no Brasil é o sorvete de massa, com 73,47% de preferência, seguido por picolé com 13,20% e o Soft (casquinhas de fast food) com 10,93%. Sendo assim, grande parte do lixo gerado no Brasil se refere à potes, pazinhas e colheres de sorvete. Dados da ONG Oceana, revelam que o Brasil é ainda o maior produtor e poluidor de plástico da América Latina, produz anualmente cerca de 500 bilhões de itens plásticos descartáveis, dos quais 87% são embalagens e 13% utensílios descartáveis como talheres.

Por isso a necessidade da adoção de opções compostáveis e que não poluem o meio ambiente. Algumas empresas do setor já estão fazendo a diferença, inclusive com nossos biocompostos.

Kibon

A marca Kibon, desde 2018 está investindo na redução da quantidade de embalagens nos produtos. Já foram reduzidas 300 toneladas de plásticos e mais de 300 toneladas de papel dos potes de sorvetes, essas práticas representam uma diminuição de 600 toneladas de plástico por ano.

A marca também assumiu o compromisso de que até este ano, todas as embalagens plásticas serão reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, sendo que 99% das embalagens da Kibon já são recicláveis.

O sorvete Magnum, uma das marcas da Kibon, se tornou a primeira marca de sorvetes do mundo a usar plástico de polipropileno reciclado em suas embalagens.

Crema Lab

A sorveteria Crema Lab foi fundada pelo Chef Gelatiere Harlen Brandão, e chegou no ano passado em Curitiba (PR). O local se destaca como uma gelateria artesanal que vai além do simples gelato, oferece uma experiência completa de sabores autênticos e técnicas italianas.

A Crema Lab – Felicidade Atemporal não está preocupada apenas com o sabor, mas também com o planeta, por isso, escolheu utilizar pazinhas compostáveis feitas com o bioplástico ERT Bio pela Moinho Sustentável. As pazinhas cumprem seu papel ao oferecer praticidade para os consumidores e depois de usadas se tornam adubo para o solo em até 180 dias.

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Crédito: Crema Lab

Conheça nossos produtos

O bioplástico ERT Bio é 100% compostável, ou seja, em 180 dias em condições de compostagem o produto se decompõe e se transforma em adubo. Nosso produto é feito com biopolímero de poliácido láctico (PLA), produzido a partir da cana-de-açúcar.

Não se preocupe, pois garantimos a qualidade das embalagens feitas com ERT Bio, ao contrário do papel, ele garante a rigidez em contato com líquidos e baixas temperaturas.

Somos a maior produtora de bioplástico da América Latina e queremos transformar nossa relação com o plástico, inclusive durante as férias de verão.

Crédito foto de capa: Crema Lab

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