Aplicação para um
futuro mais verde.
A ERT desenvolve materiais avançados à base de plantas, oferecendo ao mercado uma alternativa sustentável, versátil e de alta performance.
Com portfólio versátil, atendemos aplicações como sacolas e sacos de varejo, sacos de lixo, embalagens e filmes agrícolas, laminados para papel, canudos, potes, peças rígidas, bandejas, copos, filamentos para impressão 3D e outros. Em todas essas categorias, nossas resinas entregam alto desempenho, compatibilidade com máquinas convencionais e resultados consistentes
Nossas tecnologias adotam parâmetros de processamento similares aos plásticos tradicionais — facilitando a adoção sem necessidade de grandes adaptações produtivas. Nosso time técnico está à disposição para ajudá-lo a testar nossos produtos!
Aplicações de nossas tecnologia
Conheça as soluções e tecnologias para a nova
geração de plásticos, que potencializam a sua performance.
Agricultura
Filmes agrícolas, mulching e aplicações no campo.
Materiais compostáveis de alta performance, com resistência mecânica, boa processabilidade e redução do impacto ambiental direto no solo.
Alimentação & Food Service
Embalagens certificadas para contato direto com alimentos.
Garantem segurança, estabilidade térmica e preservação da qualidade, atendendo às normas internacionais.
Cosméticos e Higiene
Embalagens para higiene pessoal, cuidados diários e produtos premium.
Resinas compostáveis compatíveis com injeção, filmes e flexíveis, mantendo estética, segurança e estabilidade dimensional.
E-commerce & Logística
Soluções compostáveis para delivery, take-away e food service.
Alta rigidez, resistência térmica e performance real no transporte e consumo de alimentos.
Varejo & Consumo
Bioplásticos compostáveis que substituem plásticos tradicionais em produtos para o dia a dia, com resistência e alta performance.
Impressão 3D
Resinas desenvolvidas para alta performance em extrusão, garantindo controle dimensional do filamento e excelência na impressão das peças.
Hoje, plástico. Amanhã, adubo.
Produzimos no Brasil um plástico que é planta.
Conheça uma tecnologia brasileira para impulsionar as suas vendas e gerar um impacto positivo.
Os produtos transformados não estão automaticamente certificados pela TÜV AUSTRIA, apesar das resinas de bioplástico ERT serem atestadas. Para afirmar conformidade, eles devem passar pelo processo de certificação individual.
Certificações
e normas
Possuímos soluções chanceladas por certificações e normas técnicas, que garantem a qualidade e segurança dos nossos bioplásticos, amplamente reconhecidos no mercado internacional. Os produtos da ERT possuem padrões internacionais para compostagem e conteúdo biobased. Para mais informações sobre quais dos nossos produtos possuem as certificações, fale conosco.
Esclareça tudo sobre o mundo dos bioplásticos.
Um material plástico é definido como um bioplástico se o seu início de vida for a partir de fonte renovável ou ter o seu fim de vida compostável.
Estas condições são descritas em normas, como a EN 13432 (norma europeia de compostagem industrial) e ASTM D6400 (norma norte-americana). A normatização do processo de compostagem determina que o material deve degradar 90% de sua massa em até 180 dias (6 meses).
O termo “biobased” ou “base biológica” significa que o material ou produto é derivado de fonte renovável (por exemplo, do milho, cana-de-açúcar ou celulose). No caso da ERT, os produtos são derivados da cana-de-açúcar.
Os bioplásticos da ERT são produzidos com a tecnologia patenteada e know-how especializado na produção de bioplásticos compostáveis da Earth Renewable Technologies®.
Os estudos de compostabilidade seguem a normativa EN 13432.
TUV Austria é o órgão certificador, seguindo a normativa EN 13432. Os laudos laboratoriais são feitos na Mérieux NutriSciences.
O material é compostável em processo de compostagem industrial e/ou doméstica. O processo de compostagem dos materiais ocorre pela ação de microrganismos e depende de condições favoráveis como: temperatura, umidade, presença de resíduos orgânicos e exposição ao calor. Após a compostagem, o produto se torna resíduo orgânico (adubo).
Sim, mas preferimos a palavra compostável.
Seguindo a normativa EN 13432, que considera condições de uma composteira industrial, o produto irá se decompor em até 180 dias (6 meses).
Sim. Por ser um material compostável, assim como todo resíduo orgânico, pode ser descartado para compostagem com outros resíduos orgânicos como restos de comida, casca de alimentos, borra de café, podas de jardinagem, folhas, sementes, assim como outras embalagens que são compostáveis.
Não, o material é considerado um bioplástico, composto por matérias primas provenientes de fontes renováveis e/ou compostáveis após o uso.
Não mesmo! Compostável relaciona-se ao fim de vida sustentável de fato, cujo resultado no seu fim de vida é biomassa e gases naturais. Os plásticos ditos oxibiodegradáveis são plásticos convencionais (originários do petróleo) que recebem aditivos (aditivo oxibiodegradável) em sua composição, que no seu fim de vida é fragmentado em minúsculas partículas, conhecidos como microplásticos. Estes plásticos não atendem as normas técnicas nacionais e internacionais sobre biodegradação. Portanto, não são biodegradáveis nem compostáveis.
O PLA (poliácido láctico) é um biopolímero com início de vida a partir de fonte renovável e fim de vida compostável. Esse polímero é constituído por moléculas de ácido láctico, obtidas através do processo de fermentação de açúcares provenientes de fontes naturais como o milho e a cana-de-açúcar.
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